O triunfo da vida : esclarecimento ao jornalista André Petry

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(Imagem: Editoria de arte da Folha de S. Paulo)

No já distante ano de 2008, na edição do dia 04 de junho, a revista VEJA publicou um artigo com os comentários do jornalista André Petry à nota que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil havia publicado, a respeito da polêmica decisão do Supremo Tribunal Federal que liberou as pesquisas científicas com células-tronco embrionárias. Em dado momento, o jornalista escreveu o seguinte:

“Não há nada objetivamente errado na concepção religiosa da vida. É uma posição respeitável, corajosa, humanitária. Só não pode, por ser religiosa, prevalecer na vida civil de um país laico”.

Após ler isso, enviei o seguinte e-mail ao autor do artigo (e à revista):

Prezado André,

A concepção religiosa da vida não pode prevalecer na vida civil de um país somente se ele for irreligioso (ou laicista, ie, contra as religiões em si mesmas). A laicidade do Estado, corretamente compreendida, significa apenas que o governo não impõe a seus cidadãos nenhuma religião, nem permite que ninguém seja discriminado por motivo de sua crença. Disso, porém, não decorre que as leis do país não possam refletir e expressar os anseios e as percepções religiosas e/ou culturais de sua população.

Isto é – e deve ser – assim porque a religião, desde os primórdios da humanidade, está na base da cultura e da organização das sociedades. Por natureza, o homem é um animal religioso, isto é, está sempre às voltas com as questões da origem e sentido da vida. Cada um de nós procura suas respostas. Como, então, pretender que esse debate não se reflita nas discussões legislativas?

Esperando ter contribuído com seu trabalho de profissional da imprensa e com sua formação humana, despeço-me.

(Não recebi resposta alguma. Mas espero que ele tenha recebido meu email…)

 

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“Rugas”: belíssima interpretação do Mateus Sartori!

Nelson Cavaquinho ficaria muito orgulhoso dessa extraordinária apresentação de sua música, ainda mais com esses instrumentistas MARAVILHOSOS!

Essa letra é mesmo uma coisa de outro mundo:

Se eu for pensar muito na vida
Morro cedo, amor
Meu peito é forte
Nele tenho acumulado tanta dor
As rugas fizeram residência no meu rosto
Não choro pra ninguém
Me ver sofrer de desgosto

Eu que sempre soube
Esconder a minha mágoa
Nunca ninguém me viu
Com os olhos rasos d’água
Finjo-me alegre
Pro meu pranto ninguém ver
Feliz aquele que sabe sofrer

Dr. Benjamin Carson: o próximo presidente dos Estados Unidos?

Que eu me lembre, nunca, em toda a minha vida, ouvi tanta sabedoria e humildade em uma só palestra: Dr. Benjamim Carson, um dos mais respeitados neurocirurgiões do mundo, chefe da Divisão de Neurocirurgia Pediátrica do Johns Hopkins Hospital, dá uma SENHORA AULA de história, economia, educação e política (e, também, de elegância!), diante do presidente Barack Obama e esposa, no tradicionalíssimo “National Prayer Breakfast”.
Absolutamente, IMPERDÍVEL. Obama ficou sem saber aonde enfiar a cara!!! Como disse alguém, esse vídeo poderia bem se intitular: “A arte de humilhar educadamente”… (com legenda em português)