Minha singela homenagem a Bento XVI

Ouvia eu há poucos dias esta música e, por alguma razão, me lembrei do grandioso teólogo e erudito que é Joseph Ratzinger, agora, papa emérito. Senti então um desejo de homenageá-lo – o que faço agora, com esta belíssima apresentação do Michael W. Smith!

OBS 1: vale uma conferida o comentário do Luiz Paulo Horta, no ‘Globo’ de hoje:
http://oglobo.globo.com/mundo/um-pontifice-procura-das-origens-7695479

OBS 2: Para quem domina o inglês, é IMPERDÍVEL este artigo do Dr. Timothy George sobre Bento XVI, “o grande agostiniano”:
http://www.firstthings.com/onthesquare/2013/02/benedict-xvi-the-great-augustinian

Feliz Aniversário, Charles Darwin

Acabei me esquecendo: dia 12 de fevereiro foi o aniversário de nascimento do famosíssimo Charles Darwin. Com um pequeno atraso, divulgo aqui um texto escrito para a comemoração dos 200 anos de nascimento do cientista, que ocorreu em 2009. Li o artigo naquela época, e o achei tão extraordinário, mas tão extraordinário, que fiz QUESTÃO de traduzi-lo! São apenas três páginas, mas que valem por trezentas, ou três mil. Começa assim:

Em 12 de fevereiro de 1809 nasceram Abraham Lincoln e Charles Darwin – uma coincidência muito interessante. Há outras coincidências incríveis em suas vidas: suas mães morreram muito cedo, menos de um ano entre uma e outra – a mãe de Charles, Susanna, em 1817, e a mãe de Abraham, Nancy, em 1818. Ambas perderam três crianças.

Ainda mais interessante: ambos eram abolicionistas convictos – Charles talvez mais do que Abraham. Para dizer o mínimo, Darwin alistou-se no exército do norte dos EUA para vencer a Guerra Civil americana e levar a escravatura à extinção. Ele chegou a escrever em uma carta: “Alguns poucos – e pela vontade de Deus, eu sou um deles –, mesmo ao custo da perda de milhões de vidas, desejam que o Norte proclame uma cruzada contra a escravidão. No longo prazo, um milhão de mortes cruéis seriam amplamente recompensadas pela causa da humanidade… Grande Deus, como eu gostaria de ver essa grande maldição, a escravidão, abolida da face da terra”. Ele admirava Lincoln, mas achava-o demasiadamente tímido.

O ódio de Darwin pela escravatura não era um modismo fortuito. A causa abolicionista foi tomada com grande força e indignação pelos avôs de Charles, Erasmus Darwin e Josiah Wedgwood. Erasmus e Josiah lutaram lado a lado com o grande William Wilberforce contra o tráfico de escravos britânico. A aliança da família Darwin-Wedgwood, consolidada no casamento dos pais de Charles, Robert Darwin e Susanna Wedgwood, produziu uma frente unida de tias, tios, primos e irmãos, todos firmes e solidamente contrários à escravidão. (…)

Aqui o artigo completo: Feliz Aniversário, Charles Darwin

Estância Paraíso: um lugar “mágico”!

Tive a grata supresa de descobrir há poucos dias esta excelente reportagem sobre a Estância Paraíso, localizada próximo a Belo Horizonte-MG – um dos locais mais espetaculares da face da terra, sem dúvida, que eu tive o privilégio de conhecer, há alguns anos. Quem investir. Esta é a primeira parte da matéria, com 9 minutos de duração. Quem assistir não vai se arrepender, eu GARANTO!

AVAAZ, nunca mais!

Gente, é simplesmente INACREDITÁVEL essa história relatada ontem pelo jornalista Reinaldo Azevedo!! Certamente, nem todas as pessoas que pertencem à organização AVAAZ são canalhas, mas aquelas que decidiram excluir a petição criada pelo cidadão Ricardo Rocha, definitivamente, são pessoas que não prestam. Isso é mau caratismo puro e simples!! Moral da história: AVAAZ, NUNCA MAIS!  Alguns trechos da vergonha (link para a matéria logo abaixo):

Alguém lançou na página da Avaaz uma petição propondo a cassação do registro profissional de Silas Malafaia. Razão? As suas opiniões sobre a homossexualidade e a defesa que faz do que chama trabalho de “reorientação”. (…)

Muito bem! No dia 9 deste mês, Ricardo Rocha lançou no mesmo site uma petição contra a cassação do registro. Ora, não é assim que as coisas devem funcionar? No escopo da democracia, alguns fazem petição a favor de determinadas causas, outras, contra. Pois bem: anteontem, aconteceu o que certamente a patrulha não esperava: os signatários favoráveis à manutenção do registro profissional de Malafaia superaram, em número, os que queriam cassá-lo: 65.786 contra 55.000. E então se deu o ato indigno. Ricardo Rocha, o criador da petição favorável à manutenção do registro de Malafaia, recebeu a seguinte mensagem da Avaaz, DIRIGIDA E DESMORALIZADA, NO BRASIL, por Pedro Abramovay:

“Olá Ricardo, (…) Infelizmente, a maioria dos membros da Avaaz não apoiaram sua petição e, seguindo nossos Termos de Serviço, tivemos que removê-la de nosso site. (…) Nossas sinceras desculpas…”

Ah, bom! Então tá!

Atenção, meus caros! A primeira petição não era “favorável aos gays”, mas a favor da cassação do registro profissional de Malafaia. A segunda petição não era “contra os gays”, mas contra a cassação daquele registro.

Quando a Avaaz diz que só faz campanhas que visam “à sua missão”, cabe perguntar: uma de suas missões é cassar registros profissionais de pessoas das quais a “comunidade do site” discorda? (…) Assim, no Brasil, a Avaaz deixa de ser um site de petições que vocaliza a opinião da sociedade civil, como eles pretendem, para se transformar num grupo de pressão que tem uma agenda política. (…) A democracia de um lado só é a forma mais virulenta de ditadura.

Daqui: A agressão à democracia feita pela AVAAZ

Suicídio – físico e espiritual

Este depoimento de apenas 9 minutos apresenta uma das mensagens mais lindas que eu já vi em toda a minha vida, de fé, esperança e amor. Absolutamente comovente, com toda certeza é a melhor palavra acerca do suicídio que alguém jamais poderia dizer. Considero-o OBRIGATÓRIO (até porque, sabe-se lá se tem alguém em volta da gente pensando em se matar!)

O fenômeno Cinquenta tons de cinza: excelente comentário!

Esta crítica ao famosíssimo livro “Cinquenta tons de cinza” está tão boa, mas tão boa, que eu gostaria de te-la escrito. Divulgo-a aqui, então (siga um dos links abaixo para ler na íntegra):

“Tenho de começar esse texto fazendo duas confissões. A primeira é que ainda não li Cinquenta tons de cinza — o best-seller sobre o qual todo mundo está falando. A segunda é que não tenho a menor intenção de fazê-lo. De algum modo — talvez pelo flagrante mau gosto da coisa toda — ele simplesmente não me apetece. Entretanto, após ter lido algumas boas resenhas, esse parece ser o tipo de livro digno daquela observação de Ambrose Bierce: “As capas deste livro estão muito distantes”. Cerca de 480 páginas de distância, antes que você me pergunte.”

 

50tons

http://www.reformahoje.org/index.php/component/k2/item/46-o-fen%C3%B4meno-cinquenta-tons-de-cinza

http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13842-o-fenomeno-cinquenta-tons-de-cinza.html